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Archive for abril \15\UTC 2010

O caos no Rio de Janeiro, castigado pelas fortes chuvas, tem pautado a mídia na última semana de forma cansativa.

A culpa, discutem os meios, seria da chuva ou da ineficiência política que durante décadas incentivou a favelização? Afinal, em 1960 10% da população carioca vivia em favelas. Hoje, 20% destas pessoas reside em condições precárias. No entanto, a discussão parece ganhar tom político ou social assistencialista, como é praxe num país que discute solução diante de um problema. É um erro.

As enchentes, deslizamentos, e tragédias causadas pela chuva são tão graves quanto os terremotos e erupções vulcânicas, que no Brasil, ainda não temos. Isso tem apenas um motivo, que ninguém discute a fundo: é ambiental.

O morro do Bumba, em Niterói, que deslizou e soterrou 50 casas e mais de 200 pessoas, foi construído sobre um depósito de lixo que funcionou até meados da década de 1980. Depois foi simplesmente aterrado e loteado. Sem tratamento, tal como sempre foram jogados ao ar livre, todo o lixo decomposto formou uma mistura de chorume e terra, e nenhum tratamento do solo foi feito para a ocupação que viria em seguida. Assim como este depósito, que aparece no documentário “L.I.X.O”, de Ronaldo German, feito em 1980, centenas de outras áreas recebem lixo sem tratamento, e postergam essa responsabilidade aos nossos filhos.

Como fruto do aquecimento global, a temperatura do Oceano Atlântico está 1,5 grau acima da média para esta época do ano, o que explica também as fortes chuvas que causaram tragédias em Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, e mais recentemente a Bahia, Pernambuco e Sergipe. A fórmula é simples: o aquecimento das águas entra em choque com as frentes frias do sul, o que potencializa os temporais, e como conseqüência, a chuva tem sido cada vez mais forte.

A ocupação irregular levou a um problema de urbanização visto nas grandes capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Belo Horizonte e nas capitais do Nordeste. Sem espaço nas grandes cidades, a população mais pobre, em geral migrante de outros estados, passou a viver de forma precária em bairros distantes e, especialmente no caso do Rio, nos morros.  Mas tudo isso é conseqüência. Por melhor que seja coordenada uma política de “desfavelização” este trabalho não irá resolver a questão ambiental.

O Brasil tem recursos naturais e incontáveis riquezas. No entanto, a natureza já mostrou que tem sido justa ao devolver para o homem, alguns problemas que ele pensava ser possível postergar. É preciso repensar a questão da sustentabilidade nos planos diretores para metrópoles, modificar os hábitos com relação ao uso da água que é um bem precioso. Igualmente importante é acelerar as políticas de inspeção veicular dos automóveis, transporte de massa, consumo de energia e dos recursos em geral, e promover iniciativas como a geração de energia limpa, o uso de veículos alimentados por energias renováveis, correta destinação do lixo e reciclagem, além de modificar completamente os sistemas de locomoção nas cidades, distribuição do verde e em hábitos simples que, a longo prazo, podem ajudar a reverter essa situação calamitosa que nos encontramos. Sem dúvida situações trágicas serão cada vez mais freqüentes se nada for feito. E a origem destes problemas é ambiental.

Todos estes problemas tem origem no desrespeito ao meio ambiente, incentivado ou ignorado pelos governos, e por nós mesmos, a cada luz acesa desnecessariamente, no desperdício de água, no incentivo à pirataria e outras práticas nocivas ao nosso próprio planeta.

ilustração do falecido cartunista Glauco, que sempre demonstrou preocupação com o problema do lixo.

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Na última sexta feira, 16 de abril, o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, visitou o estande das empresas Weber Quartzolit, Zeppini clientes da Casa da Notícia, para conhecer seus produtos e soluções para a construção civil durante a FEICON BATIMAT, maior feira do setor na América Latina.

Na Weber Quartzolit, Mantega foi recebido por Eduardo Eleutério, gerente Comercial e conheceu novos produtos como a Argamassa Espessura Fina, mais econômica e eficiente, além de produtos para aplicação em dry wall, entre outros lançamentos.

Na Zeppini, Guido Mantega foi recebido por Solange Zeppini Fernandez, gerente de Marketing e Amilcar Hordonez de Andrade, gerente de Desenvolvimento de Negócios.

Durante a visita, o Ministro estava acompanhado por representantes de sindicatos e entidades da categoria como Claudio Conz, presidente da Anamaco (Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção) e Roberto Petrini, presidente executivo do Sinaprocim/Sinprocim (Sindicato da Empresas de Produtos de Cimento), também cliente da Casa da Notícia. Durante a visita ao Pavilhão de Exposições do Anhembi, Mantega visitou alguns expositores como Gerdau, Brasilit, Weber Quartzolit, Pado e Votorantim.

Após as visitas, o Ministro concedeu uma entrevista coletiva para os jornalistas que o acompanhavam no Pavilhão e elogiou a iniciativa de empresas brasileiras que mostraram soluções em sustentabilidade, para tornar o crescimento do setor da construção mais eficiente com respeito ao meio ambiente.

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Clique e assista a divertida entrevista do responsável pela voz  do personagem mais conhecido no mundo dos games.

O simpático encanador da Nintendo, o Mario Bros.

Case de sucesso – Casa da Notícia

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O evento teve a participação de oito mil pessoas, a maioria adolescentes entre 12 e 18 anos. No total, Mark e Charles deram entrevistas para 31 veículos em dois dias, uma boa maratona. Legal é que o executivo americano adora falar em números, tem sempre um dado interessante para dar, e são bem preparados para transmitir uma mensagem. Sabem falar de forma fácil para um veículo como MTV ou o difícil “economês” para Valor Econômico. Certa hora o Mark me perguntou que jornal era o Diário de S.Paulo: eu falei sobre a linha editorial, linguagem voltada para a classe C-D e apelo mais popular e dito e feito. A entrevista teve tom informal e manteve o repórter interessado em todos os assuntos que ele falava. Também fiz o mesmo com UOL, revista Superinteressante, Rolling Stone, Folha de S.Paulo entre outros.

Teve ainda o momento celebridade porque o Charles Martinet não podia sequer circular pela feira ou andar no shopping Frei Caneca que era assediado. Para se ter idéia: na hora de almoçar tivemos que comprar algo para ele comer em uma sala reservada, em cinco minutos. Ele deu autógrafos para seus fãs nos dois dias entre as 11h e as 19h30 sem interrupções, a não ser para dar entrevistas. Alguns aficionados pelo personagem vieram de longe como Araraquara, no interior de São Paulo e até Curitiba e Brasília.

 Na TV, Charles Martinet virou destaque nos canais ESPN, Cultura, Record e Rede Globo, nos telejornais SPTV e Jornal da Globo, onde foi entrevistado pelo repórter Alan Severiano. A matéria integrou a coluna Conecte, transmitida na noite de quinta-feira, 1º de Abril.

No final da noite (que acabou às 2h da manhã), a Nintendo ganhou 3 prêmios: Empresa do Ano, New Super Mario Bros como jogo do ano e Zelda, como um dos jogos mais interessantes lançados em 2009.

O jornalista Marcos Camargo Jr., que acompanhou a maratona de Charles Martinet e Mark Wentley durante três dias, conta de forma resumida a experiência: “todas as entrevistas já estavam marcadas, e fiquei impressionado com a disposição e o preparo dos porta-vozes. Além disso havia todo o trabalho de divulgação do evento, a preocupação com a agenda dos executivos que incluiu um roteiro gastronômico pela cidade, e algumas reuniões sobre os próximos lançamentos da Nintendo e eventos dos quais irá participar como a E3, maior feira de entretenimento do mundo que será realizada em junho, em Los Angeles”.

 

Dublador do Mario Bros - Charles Martinet, clique e LEIA!

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