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Archive for setembro \28\UTC 2010

A Casa da Notícia passa, a partir de hoje, a prestar assessoria de imprensa para o Grupo Coan, principal organização do ramo de alimentação escolar e dos maiores grupos em alimentação para a coletividade.

Fundado em 1980, em Tietê (SP), o Grupo completará três décadas de atividades no próximo mês de dezembro, apresentando números expressivos: atua em 15 estados brasileiros, em 25 cidades no Chile e em Mar Del Plata, na Argentina. Serve, diariamente, 2,5 milhões de refeições no Brasil e 65 mil no Chile. Tem 89 contratos no Brasil, e um no Chile.

Para atender a 2.420 escolas no Brasil, são utilizados 119 veículos, sendo 25 caminhões (13 deles refrigerados) e 94 de outros tipos (utilitários/motos/carros). No Chile, são 17 caminhões refrigerados, e mais sete veículos (furgões e caminhonetes).

Mas a logística vai muito além da frota de veículos. Em Parauapebas, Pará, a Coan leva, a cada 15 dias, alimentos para a merenda escolar para uma tribo indígena. Em Boa Vista, Roraima, alimentos e gêneros são transportados por balsa.

O Grupo Coan também atende as plataformas de petróleo ‘offshore’ da Petrobrás, com matéria-prima enviada por rebocadores.

Algumas vezes, a empresa desenvolve equipamentos necessários às suas atividades. Foi o caso da máquina de dividir e de dosar sobremesas como sagu e gelatina em porções, criada na filial da Coan em São José dos Pinhais (PR). Também desenvolveu uma máquina de lavar ‘hot box’ (caixa térmica utilizada para transportar a refeição). E uma marmita térmica para o segmento de usinas, mudando a vida dos ‘boias frias’, que passaram a consumir alimentos quentes.

A atuação do Grupo estimula a geração de riquezas em diversas regiões. Os produtos consumidos no Chile são adquiridos naquele país. No Brasil, a carne vem do Pará; arroz do Rio Grande do Sul e do Paraná; feijão, açúcar, hortigranjeiros e frutas de São Paulo, óleo de soja do Paraná.

Todas essas atividades são realizadas por quase 11 mil colaboradores, 10 mil no Brasil. Além de alimentação escolar, a Coan fornece refeições para hospitais; maternidades e creches; restaurantes populares e governos; plataformas offshore e gasodutos; usinas e alojamentos; canteiros de obras; indústrias; unidades prisionais.

O suprimento é assegurado pelo Centro de Abastecimento de Sorocaba (SP), que atende às regionais Grande São Paulo e São Paulo Interior. Elas movimentam, em média, 38 caminhões carregados, mensalmente, com cerca de 800 toneladas de hortigranjeiros.

Há, também, unidades de abastecimento e cozinhas centrais em Itajaí (SC); Curitiba e Londrina (PR); Santo André (SP); Macaé e Itaboraí (RJ); Mariana (MG); Jaboatão (PE); João Pessoa (PB), e Boa Vista (RR).

Geraldo João Coan, presidente do Grupo Coan, explica as atividades do Grupo:

“Fornecer alimentação escolar e para a coletividade em 15 estados brasileiros, em 25 cidades chilenas e em Mar Del Plata, na Argentina, só é possível com infraestrutura, logística, tecnologia, excelente equipe, fornecedores certificados e um grande investimento. É por isso que não há muitas empresas no ramo, no Brasil”.

O empresário explica que lidar com alimentos, especialmente quando a maior parte dos consumidores são crianças, exige experiência, dedicação e investimentos financeiros que limitam o acesso ao mercado.

“Não podemos errar, porque alimentamos os filhos das famílias brasileiras. Dificilmente uma cidade mais pobre, nos rincões do Brasil, teria condições de manter empregados registrados, estoques refrigerados de alimentos e oferecer refeições balanceadas, nutritivas e saborosas em um ambiente limpo e agradável aos alunos de suas escolas. Só conseguimos isso porque funcionamos em grande escala. O alimento não chega sozinho à mesa. É preciso ter infraestrutura e pessoal para elaborar, distribuir e entregar as refeições.”

O presidente do Grupo Coan lembra que tudo começou em 1980, com um restaurante, o Coan Pampas, em Tietê. Ainda nos anos 80, houve o primeiro ciclo de crescimento acelerado, com o fornecimento de refeições às indústrias, usinas de açúcar e de álcool da região. Em 1998, o Grupo passou a atuar no segmento de alimentação escolar terceirizada.

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No último dia 21 de setembro, o portal WebMotors participou de uma matéria para o programa Auto +, da emissora RedeTV!. O porta-voz entrevistado foi Ronaldo Rondinelli, superintendente da WebMotors. Ele falou da audiência da WebMotors, sobre o portal ser pioneiro em classificados de motos e carros e sobre o fato de estar no mercado há mais de 15 anos.

O tema central da matéria trata de como era a venda de veículos antigamente e como funciona nos dias de hoje, com o suporte da internet, das mídias sociais e das inúmeras informações disponíveis na web. A matéria será exibida no dia 10 de outubro (domingo), às 14 horas.

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por Carlos Thompson

Ideologia, eu quero uma pra viver, dizia o falecido cantor e compositor Cazuza. A música, dele e de Frejat, já tem 22 anos! A imagem do poeta, porém, continua válida, e é mais forte hoje do que ontem.

Você, caro eleitor, cara eleitora, pensa que votará em um candidato ou candidata? Em um partido? Esqueça, você votará em um marqueteiro.

A ideologia morreu, os partidos são mais agremiações em busca do sucesso eleitoral, e não há programas partidários. Ou pior, há uma série de enunciados e propostas para brasileiro ver – e votar. Morrerão docemente no papel e nos sites.

Para não ser injusto, há as exceções de praxe, especialmente dentre os candidatos com baixíssimo teor de votos. Ou seja, nós, eleitores, não ligamos para coerência. Votamos em pessoas que conheçamos, ou, no Brasil anestesiado, em quem o chefe mandou.

Não cruzamos discurso com histórico de vida. Não debatemos propostas. Não cobramos sequer medidas para reduzir o caos do trânsito, a poluição, a secura do ar e a violência que também vai aos shoppings – para falar somente da cidade de São Paulo.

Em cada eleição, os programas, requentados no micro-ondas marqueteiro ganham novas cores, novos nomes, nova embalagem. Interessante que são propostos por aqueles que já estiveram no poder, e nada fizeram.

Votamos em miragens embrulhadas para presente. Pensando bem, apertamos o botão na urna eletrônica com desfastio, porque somos obrigados a isto.

Talvez a falta de ideologia se case, de papel passado e com festa, com a obrigatoriedade do voto. Não é mais direito, é obrigação. Nada tem a ver com exercício consciente da cidadania.

O candidato ou candidata que não prometer muito, que não almoçar três vezes por dia, que não tomar cafezinho e caldo de cana no centro da cidade, não terá chance alguma.

Afere-se a qualidade do programa de televisão, como se fosse a grande medida da eleição. Houdini, o grande prestidigitador seria um cabo eleitoral e tanto.

Amestrados, iremos às urnas no próximo dia 3 de outubro, para dizer sim ou não ao ‘Show de Truman’ dos candidatos.

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