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O canal britânico BBC Entertainment divulgou em janeiro uma série de novidades para os telespectadores brasileiros assinantes da Sky. A BBC terá uma série de novos programas exibidos em alta definição HD, o que representa um salto de qualidade nos seus documentários e séries exibidas no Brasil. A vice-presidente sênior e gerente Comercial da BBC Entertainment, Jessica Rodriguez, esteve em São Paulo e concedeu uma entrevista à revista Tela Viva, um dos maiores veículos que cobrem televisão e broadcasting do País.

Feliz 2011!

Abra o embrulho!

Campanha “Não Passe o Natal Sozinho” do CVV
oferece apoio aos internautas

O Natal é uma data de festas, presentes e união. Mas não para todos. Para uma parcela da população, esta época de comemorações potencializa ainda mais seus sentimentos de solidão, depressão ou rejeição. Foi pensando nessas pessoas que a Leo Burnett Brasil criou para o CVV (Centro de Valorização da Vida) a campanha “Não Passe o Natal Sozinho”.

O objetivo é oferecer apoio emocional àqueles que se sintam deprimidos no Natal, ao ampliar o horário de atendimento do chat no qual os voluntários do CVV estarão on-line para conversar com o público da noite de 24 até a madrugada do dia 25 de dezembro (19h de 24/12 a 1h de 25/12).

Com isso, as pessoas terão a certeza de encontrar voluntários preparados para ouvir de um simples oi a um grande desabafo. E para lhes oferecer um momento de carinho e esperança, a que todos têm direito o ano todo, especialmente no Natal.

O serviço será divulgado em portais como Folha.com, Cinepop, Bares SP, Manager, Tecnoblog e Clicfilhos e pode ser acessado pelo link: www.cvvweb.org.br/natal.

Nos demais dias do ano, o atendimento do CVV está disponível on-line das 19h às 22h45 pelo www.cvvweb.org.br, e pelo telefone 141, 24 horas por dia.

Mais uma vez a Casa da Notícia esteve presente no Salão com um dos seus principais clientes: o portal WebMotors, ao lado da Aymoré Financiamentos, empresas do grupo Santander.

Um coquetel comemorativo dos 15 anos reuniu mais de 40 jornalistas do setor no estande, que tiveram contato com os principais executivos como Ronaldo Rondinelli, Superintendente do WebMotors e Felix Cardamone, diretor Executivo da Aymoré Financiamentos. O encontro contou com jornalistas de diversos veículos como programa Automais (Rede TV), Carros&Motores, Diário Catarinense, Motor Quatro, Revista Fenabrave, Torque, Cruzeiro do Sul, A Tarde, Auto Agora entre outros. A equipe da Casa da Notícia esteve representada por Nereu Leme, Marcos Camargo e Débora Ribeiro, que ao lado dos representantes da Área de Imprensa do Santander, Nancy Campos, Dariela Assumpção e Ricardo Torreglosa, receberam os jornalistas durante o coquetel.

O estande da WebMotors ofereceu aos visitantes uma experiência virtual com dois simuladores de Fórmula 1 e a exibição de um carro da Fórmula Future Fiat (uma das categorias do Racing Festival 2010) um estande que se destacou pela sustentabilidade. No espaço, foi utilizada madeira certificada de reflorestamento na construção e todo o descarte será feito de forma apropriada, para poupar o meio ambiente.

Segundo a Reed Exhibitions, empresa que organizou o 26º Salão do Automóvel, este ano o maior evento automotivo da América Latina recebeu mais de 600 mil visitantes. Durante a maratona de 14 dias, mais de 600 jornalistas foram credenciados para conhecer as novidades das montadoras nacionais e internacionais, além de empresas que atuam na área. A Casa da Notícia conta com diversos clientes na área automotiva como o GMAC que atua no financiamento de veículos Chevrolet; WebMotors; Rodabrill (grupo Interbrilho), fabricante de produtos para limpeza automotiva; WebPesados, portal especializado em veículos e máquinas pesadas; e o projeto Chevrolet Flexpedition.

Informações no www.salaodoautomovel.com.br e cobertura completa no www.webmotors.com.br

Dicas de redação

Vista seu texto de acordo com a ocasião

Será que as pessoas estão lendo cada vez menos e

escrevendo sem a devida clareza?

 

Com que roupa eu vou? Vista-se com traje a rigor e vá ao supermercado ou roupa esportiva para uma festa de casamento. Certamente, essa atitude cause estranheza. As pessoas à sua volta tenderão a não prestar atenção no conteúdo, ou seja, em você.

Igualmente estranho será um texto preparado de inadequadamente, especialmente para as mídias on-line. De um bilhete a um livro, passando por mensagens de e-mail ou redes sociais, cada ocasião pede algo adequado. Uma brincadeira de mau gosto ou um termo fora de contexto poderá arruinar a empresa ou a carreira do redator.

Se você não for poeta, romancista ou acadêmico, privilegie a clareza e a concisão em todos os textos que redigir. Escrever com clareza deriva de um pensamento claro e organizado. E transmite credibilidade.

 

Dicas valiosas:

1. Organize o pensamento – O que quero informar com este texto? Qual a mensagem-chave? Quem vai ler este material?;

2. Transmita a mensagem nos primeiros parágrafos – Deixe claro logo no começo do texto qual é a mensagem, mesmo que mais detalhes sejam expostos no decorrer da redação;

3. Promova uma reflexão ou ação – Tente engajar o leitor, levando-o até o final da leitura. Use termos instigantes e seja criativo;

4. Evidencie fatos, dê dicas e seja breve;

5. Por fim, revise – Escreveu não leu, o pau comeu;

6. Sempre que possível, peça que outra pessoa leia seu texto antes de publicá-lo ou enviá-lo.

 

Se quiser mais dicas, siga-me no Twitter | Vanessa Xavier, agência Casa da Notícia | @vanessal_xavier

No computador, no aparelho celular e, agora, na tela da televisão.

Com a Google TV é possível navegar na Internet pela tela de tevê

por Vanessa Xavier – @vanessal_xavier

Internet na televisão - GoogleTV

Indústria que cresce a passos largos, a tecnologia da informação está em todos os lugares. O acesso a Internet, por exemplo, vai invadir as telas de tevê da sala de estar dos lares americanos ainda este ano.

A novidade lançada pela poderosa americana Google é a Google TV, Internet pela televisão. E, seguindo o ritmo a Sony lançou para o mercado norte-americano, em 16 de outubro, o primeiro aparelho de tevê com recursos de acesso à web.

Se bem que a ideia não é tão original assim. No início de 2000 a asiática MyWeb lançou no Brasil o MyWeb Box, um navegador de Internet pela televisão. O kit de acesso gratuito a web continha uma caixa (espécie de decodificador), um teclado sem fio e um controle remoto. Bastava acoplar o equipamento no televisor e em uma linha telefônica.

A empresa prometia revolucionar o acesso a web especialmente para a população de baixa renda, que, naquele tempo, não tinha tanto acesso ao computador. O MyWeb não pegou, a empresa vendeu apenas sete mil kits e pediu falência em menos de um ano.

Já o novo produto da Google pode realmente ampliar as possibilidades de acesso. Por meio de uma caixa de Internet e Wi-Fi que pode ser conectada ao televisor usando HDMI, a Google TV tem um teclado e um controle remoto. A TV também pode ser controlada pelo smartphone e todos os aplicativos Andróides estarão disponíveis. Com a nova tecnologia será possível comprar filmes diretamente do aparelho de tevê, navegar enquanto assisti a um programa, gravar e muitas outras funções.

No momento atual a tecnologia de acesso à web por meio da TV pode até estar desacreditada, como se nota nas críticas dos blogueiros americanos ao sistema da Google e na atitude de três das maiores redes de tevê dos Estados Unidos (ABC, CBS e NBC) que bloquearam o acesso aos conteúdos via Google TV.

O acesso à Internet no Brasil tem crescido mais rapidamente que as vendas de microcomputadores e até mais rápido que a venda de celulares. Segundo o Ibope/Nielsen, em dezembro de 2009, o Brasil registrou 67,5 milhões de internautas e é o 5º país com o maior número de conexões à rede mundial de computadores, além de ser o 1º em tempo médio de navegação, com 48 horas e 26 minutos.

A banda larga também vem se popularizando no País, portanto o Brasil é um potencial consumidor da Google TV. Ter a Internet dentro da sala de estar pode conquistar os Brasileiros?

A “autoconstrução”

por Cláudio Conz*

A construção civil é uma das atividades que mais movimentam a economia do país. O chamado construbusiness representa cerca de 13% do PIB brasileiro; a cadeia produtiva da construção emprega 15 milhões de pessoas, sendo mais de 4 milhões diretamente e com um expressivo poder multiplicador sobre a demanda doméstica e um mínimo viés importador, com um superávit comercial de cerca de US$ 2,5 bilhões ao ano entre bens e serviços.

Muito tem se falado sobre o potencial da construção, especialmente com os programas governamentais de construção de moradia e infraestrutura. No entanto, muito pouco se tem explorado o potencial do próprio povo como agente urbanizador. E para entender como este fator pode ser um instrumento de aceleração da melhoria das condições de moradia e de redução do déficit habitacional, é preciso entender a relação do povo brasileiro com seu imóvel.

Para a maioria dos brasileiros, a casa é a maior aquisição individual e familiar de suas vidas: é o famoso “sonho da casa própria”. Sua residência está repleta de objetos ligados à sua história pessoal e de componentes de sua memória afetiva. Geralmente, para adquirir o imóvel, o comprador faz uma dívida e na parcela de seu financiamento está inclusa uma quantia de juros. O imóvel é um bem que se valoriza, por isso, essas prestações costumam durar muito tempo, baseando-se numa hipoteca da moradia que depende do registro imobiliário do título de propriedade do terreno.

Se aumentarmos os financiamentos, criando um programa de apoio àmoradia autoconstruída, poderíamos multiplicar os canteiros de obras

Mas e as construções irregulares? Grande parte dos brasileiros não tem acesso aos financiamentos, porque ocupam terrenos onde não há vigia ou que não são utilizados por seus donos formais. As pessoas acabam construindo nos terrenos onde elas têm acesso, comprando material de construção aos poucos, em pequenas quantidades. E assim é construída a imensa maioria das moradias populares, é a chamada construção autogerida, que não contrata profissionais especializados. O próprio morador desenvolve a obra, por meio de mutirões, com a ajuda de amigos, vizinhos, etc. E muitas dessas moradias permanecem sem registro imobiliário.

A “autoconstrução” é uma boa alternativa para melhorar a situação do déficit habitacional. O povo brasileiro costuma pagar empréstimos dentro dos prazos, já que as classes inferiores têm seu nome como seu maior bem. Ter seu crédito comprometido na praça faz com que o acesso a diversos bens de consumo acabe interrompido. Também devemos considerar o fato de que a construção autogerida representa 77% das obras no nosso país, daí a necessidade do incentivo a esse poderoso segmento consumidor.

A “autoconstrução” deve ser foco de financiamentos massivos. O financiamento de materiais de construção ainda aparece atrelado à necessidade da comprovação de regularidade do terreno. Se aumentarmos os financiamentos, criando um programa de apoio à moradia autoconstruída, acredito que poderíamos multiplicar os canteiros de obras pelo Brasil.

*Presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco)

Clique e veja o clipping

Cláudio Conz na seção Opinião do jornal Brasil Econômico