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A assessoria de imprensa como formadora de opinião

 por Joice Guimarães

Atualmente, a atividade de assessoria de imprensa configura-se como um dos meios mais importantes para se pautar a mídia. Seus resultados são diariamente lidos, ouvidos e assistidos por toda a sociedade e é perceptível o vinculo que a imprensa já criou com este segmento da comunicação.

Antigamente, apenas empresas de grande porte e multinacionais reconheciam a capacidade estratégica que as assessorias de imprensa exercem na comunicação externa. Entretanto, com o aumento e segmentação das notícias, empresas de todos os tamanhos e setores começaram a enxergar a assessoria de imprensa como ferramenta indispensável para difusão e consolidação da sua marca na sociedade e setor de atuação.

Dado o número de empresas que hoje centralizam a divulgação e repercussão de informações estratégicas, institucionais e de produtos nas ações de assessorias de imprensa, fica praticamente impossível a difusão de notícias sem a atuação do assessor. Ele contribui diretamente para a atualização das informações na mídia, priorizando a propagação e detalhamento do assunto. O assessor de imprensa tem a percepção de construir uma ponte entre assuntos úteis ao público e de interesse do cliente assessorado, tudo sob a ótica jornalística.

Em tempos de web 2.0, a necessidade de trabalhar a imagem do cliente assessorado por meio de um jornalismo bem feito tornou-se ainda mais presente. Nenhum veículo pretende apenas publicar a notícia, adaptada de um press release, uma vez que todos os meios de comunicação daquele segmento receberam a mesma mensagem. Portanto, é indiscutível a necessidade do jornalista ir além do press release e construir uma narrativa analítica e diferenciada sobre o tema. Vale também, cada vez mais, a ideia de planejar a exposição do cliente em outros meios de comunicação, dando aos sites e comunidades virtuais a mesma importância creditada historicamente aos jornais impressos.

Por outro lado, o assessor deve estar sempre à frente das possíveis solicitações e questionamentos da imprensa. É preciso enxergar sob as duas perceptivas, a fim de preservar e consolidar a marca do cliente e estreitar o relacionamento com os colegas do “outro lado do balcão”. O profissional de assessoria de imprensa, que muitas vezes também é jornalista, precisa considerar as diferentes linhas editorias dos veículos, seus interesses, o perfil do leitor, entre outras características.

Deste modo, quanto mais objetividade e confiabilidade na informação e no relacionamento entre a assessoria de imprensa e a mídia, maior será o interesse em divulgar o assunto sugerido. A responsabilidade de administrar e repercutir a informação nos meios de comunicação faz da assessoria de imprensa uma fonte legítima de conteúdo do cliente assessorado.

O processo de relacionamento com a mídia, como o envio de sugestões de pauta, é fundamental no dia a dia das redações, pois são ideias e informações sobre a realidade do cliente assessorado e que de alguma forma irá abranger a sociedade. Portanto, a atividade de assessoria de imprensa influencia diretamente na geração de notícias, consequentemente, na formação da opinião pública.

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por Carlos Thompson

O Chile tremeu, e ainda treme, de vez em quando, porque desgraça pouca é bobagem.

Quase nove graus na Escala Richter é um absurdo de terremoto – o do Haiti, que matou umas 300 mil pessoas, teve magnitude sete.

No dia do terremoto, insatisfeito com as notícias aqui divulgadas, corri a acessar os sites dos jornais chilenos. Um deles estava bem atualizado. Outro, mais importante, não.

Pensei na instantaneidade da comunicação, nos dias de hoje.

Em 1556, a terra tremeu em Shensi, na China, e matou 830 mil pessoas. Mais ou menos a população, todinha, de São Bernardo do Campo, no ABC paulista.

Pensemos: quantos meses teria demorado para que as informações sobre o terremoto chegassem, digamos, à Europa? Ao Brasil, nem falo, porque ainda engatinhava como nação, sem periódicos nem cidades propriamente ditas.

A comoção que as grandes tragédias provocam é diretamente proporcional à capacidade que cidadãos de todo o mundo têm de se sentir próximos das pessoas atingidas. Ou seja, quanto mais sabemos, mais nos solidarizamos.

O Chile até fica bem perto de nós. São quatro horas e 15 minutos de voo entre São Paulo e Santiago. Menos do que demoramos, via rodoviária, para ir de São Paulo ao Rio. Quanto tempo levaria antes dos aviões de carreira? De navio, semanas, sem dúvida, porque teríamos de rodear a América do Sul, do Atlântico para o Pacífico.

A comunicação não somente encurta distâncias. Aproxima sentimentos. Irmana-nos com pessoas que têm culturas, gostos, linguagens e vidas muito, mas muito diferentes das nossas.

Júlio Verne, o genial escritor e visionário, falava na volta ao mundo em oitenta dias, já com o advento do trem. Bem, hoje, estamos instantaneamente em qualquer local do planeta, com um microcomputador ou laptop, um provedor de acesso à internet por banda larga e imaginação.

Neste mundo pequeno, todos são vizinhos. Não há antípodas, como chamávamos, no passado, lugares opostos, geograficamente, como Santa Vitória do Palmar, cidadezinha gaúcha que faz fronteira com o Uruguai, no extremo sul do Brasil, e Jeju-do, na Coreia do Sul.

Hoje, todos moramos em um pequeno círculo, abrangido por um e-mail, um post, ao alcance de um telefone celular, ou do Skype.

É por isso que o governo do Chile demitiu o chefe do Serviço de Oceanografia, que teria falhado ao fornecer informações claras sobre o tsunami ocorrido logo após o terremoto. No círculo de comunicação digital, não temos como evitar um terremoto, mas punimos a falha de informação.

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Carlos Thompson

A cúpula do clima, em Copenhague, Dinamarca, deu em água de batata. Nada, nada, de nada. Continuaremos na alça de mira do aquecimento global, sem saber se teremos, mesmo, um futuro nada promissor.

A questão que me move, contudo, é a comunicação equivocada, em minha opinião, sobre o tal aquecimento do planeta. Toda mobilização sobre grandes temas – como a redução da emissão de poluentes na atmosfera da Terra – depende da qualidade da comunicação.

A falha, em minha opinião, ocorreu no formato da divulgação: optou-se pelo clima de Armageddon, de Juízo Final. Ou mudaríamos totalmente nossa maneira de viver, arquivando hábitos como o do transporte individual pelo automóvel, ou derreteríamos, inexoravelmente, em um mundo cada vez mais quente.

O que acontece nestes comunicados de tudo ou nada? Ao contrário do que se imagina, desmobilizam as pessoas. Parece tão difícil melhorar a situação, que desistimos. A derrota se torna mais viável do que a vitória, então não vale a pena lutar.

Outro erro, foi não focalizar, acima de tudo, o que poderemos fazer, individualmente, sem depender de governos, de organizações.

Todas as metas são estratosféricas, aparentemente inatingíveis, inalcançáveis. Governos são movidos por votos e por interesses econômicos, dos reais detentores do poder. E esses não dão a mínima para um aumento de alguns graus daqui a 100 anos.

O resultado dos equívocos se viu na recente cúpula do clima. Os governantes não se entenderam sobre quem pagaria a conta. E ficou o dito pelo não dito.

Continuamos sob ameaça, sem qualquer expectativa de mudanças positivas.

Nem mesmo na comunicação do grave problema.

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Apagão I

Apagão da comunicação

Por Marcos Camargo Jr.

A cobertura da imprensa em relação ao apagão elétrico, ocorrido na última terça-feira, nos ajuda a compreender a importância da comunicação em nossos tempos. Em um instante, às 22h15, as luzes se apagaram ou oscilavam e tudo ficou às escuras.  Dirigindo, notei o princípio de confusão gerado no trânsito pela falta dos semáforos. Sem luz, o comércio noturno baixou as portas e a penumbra tinha conotação de perigo.

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Por alguns instantes, não havia notícia ou informações. Sintonizei o rádio, e notei que várias emissoras estavam fora do ar. Por alguns minutos, a sensação de vazio percorreu meus brios jornalísticos: não sabia o que estava acontecendo. Nós, profissionais de imprensa, das redações ou não, nos preocupamos de imediato com a ausência de comunicação, pois falta algo que é intrínseco do ser humano.

Em alguns minutos, a rádio de notícias voltou, com um pedido de desculpas do repórter. Cada jornalista, de sua residência, entrava no ar ao vivo e transmitia suas impressões. Com laptop alimentado por baterias, ou mesmo pelo celular, acessavam a web em busca de informações.

Mas a fonte não era boa. Tínhamos um problema. Agências, ministérios e concessionárias ligadas ao setor de energia não tinham resposta. Era “uma falha” no sistema que alimenta 18 estados, mas o motivo era desconhecido.

Cheguei em casa, procurei por algumas pilhas, e liguei um pequeno rádio. Na internet, apenas o fato do apagão. Ninguém sabia nada, até que uma informação oficial relatava uma falha no sistema da hidrelétrica Itaipu Binacional. Ainda assim, nenhuma previsão de normalização. As rádios entrevistavam engenheiros e acadêmicos ligados ao tema da energia, em busca de informações complementares, prognósticos e análises. Seria falha do governo, algum acidente ou sobrecarga?

Quando falta informação, a comunicação é inútil. Essa ferramenta que nos permite um ciclo perfeito entre emissão e compreensão, deve ser encarada como vital na vida cotidiana. Sem qualquer informação, há espaço para os ruídos, como os boatos que surgem na rua para tentar explicar o motivo do apagão. A solução é clareza e luz materializada na forma perfeita da comunicação, que elimina incerteza e devolve a segurança, seja no movimento constante das cidades, seja no sucesso que você procura para o seu negócio.

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Palestra mostrará ferramentas de
comunicação acessíveis a todos

 A Casa da Notícia fará palestra

no Sebrae de Mogi das Cruzes sobre mídias sociais.
 
 A palestra Casa 2ponto0 e mais: Comunicação acessível a todos, promovido pela Casa da Notícia, com apoio do escritório regional do Sebrae de Mogi das Cruzes, abordará a comunicação 2.0, as ferramentas disponíveis e como pequenas e médias empresas podem se beneficiar deste novo contexto.

O evento, que ocorrerá no próximo dia 20 de outubro, no SEBRAE-SP – ER Alto Tietê, na Vila Lavínia, terá palestra de Nereu Leme, fundador da Casa da Notícia de São Paulo, e apresentará casos de sucesso de pequenas empresas.

A gerente regional da Casa da Notícia em Mogi das Cruzes, Vanessa Xavier acredita que os participantes serão levados a usar as novas ferramentas como ação estratégica:

“As novas mídias possibilitam que empresas, instituições e pessoas físicas fiquem mais próximas de seus públicos-alvo por um custo muito acessível”, explica a gerente.

Destinado a empreendedores de todos os setores e a profissionais das áreas de comunicação, marketing, recursos humanos e comercial, a palestra também tratará das mídias tradicionais como forma de comparar os efeitos.

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