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Archive for maio \28\UTC 2010

Em Mogi das Cruzes o comediante emocionou a platéia.

 por Vanessa Xavier*

O humorista mogiano Nelson Freitas

Stand Up Comedy ou humor de cara limpa. É assim que o comediante mogiano, Nelson Freitas, apresenta o show Nelson Freitas e vocês. O estilo de cara limpa, sem cenário, sentindo-se na sala de casa, é tão levado a sério pelo humorista que, na noite de ontem (27), em apresentação em Mogi das Cuzes, sua cidade natal, ele fez rir, cantar  e chorar uma platéia de mais de 700 pessoas. Ah! E ele também chorou e se emocionou bastante recordando coisas da infância vivida na cidade.

Durante mais de uma hora Nelson Freitas contou histórias e piadas com seu jeito irreverente.
Cantou jingles inesquecíveis, como os da Vasp, da Varig, do Café Seleto com a ajuda da platéia. Relembrou dos heróis das histórias de infância e das músicas do cancioneiro popular brasileiro.
E, deixou os mogianos, amigos e familiares, com gostinho de quero mais.

Nelson aproveitou a aportunidade para criticar a Prefeitura de Mogi das Cruzes que, segundo ele, cobra muito caro pelo aluguel do CEMFORPE (Centro Municipal de Formação Pedagógica):

“Esse teatro é bem bacana mas, é muito caro. Foi constuído com dinheiro público”, disse Freitas, afirmando que o preço dificulta a vinda de companhias de teatro.

Ontem a apresentação do humorista em Mogi das Cruzes foi envolvente e emocionante. Não sou crítica teatral mas, valeu muito mais pela sensação de proximidade com o artista, que disse que aqui sempre foi o quintal da casa dele.

O projeto e perspectivas

Nelson Freitas no palco do CEMFORPE em Mogi das Cruzes

Caricaturando o cotidiano e as relações humanas, a hilária peça tem direção de Chico Anyzio e foi concebida com o objetivo de aproximar o nome Nelson Freitas da imagem dele. Em entrevista coletiva, Nelson Freitas contou sobre a relação com Chico, a quem ele se refere de amado mestre:

“Disse ao Chico que queria um show onde pudesse chupar cana, assoviar e sapatear ao mesmo tempo e ele teve toda a idéia”, disse o humorista afirmando que um bate-papo com Chico Anyzio é uma aula de vida.

Sobre o formato stand up Nelson comenta que a tradicional forma de fazer humor nunca deixará de existir. Que o nome é moderno mas, a fórmula é antiga. Os americanos têm essa cultura de ter uma atração de 15 minutos antes de um show para aquecer a platéia.

Agora o humorista mogiano está em busca de patrocinadores para o show Nelson Freitas e vocês que precisa captar 1,2 milhão. Uma empresa com potencial para isso é a indústria farmacêutica Nycomed, fabricante da Neosaldina.

O espetáculo apresentado ontem, para uma platéia de 700 pessoas, no CEMFORPE, de Mogi das Cruzes, foi produzido pela VRM Agenciamento e teve patrocínio de várias empresas da região como Veran Supermercados, Ponsse e copatrocínio da Casa da Notícia, por meio do recém-inaugurado escritório regional na cidade.

Nelson Freitas e Vanessa Xavier no stand up que aconteceu em Mogi das Cruzes

* Vanessa Xavier é jornalista, assessora de imprensa e gerente da filial da Casa da Notícia em Mogi das Cruzes – vanessa@casadanoticia.com.br | @vanessal_xavier 

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GMAC apresenta o Clube da Comédia

A Casa da Notícia levou um grupo de jornalistas do setor automotivo para assistir  a uma apresentação do Clube da Comédia Stand-Up, patrocinada pelo seu cliente GMAC, nesta quinta-feira.

O Clube da Comédia Stand-Up é um grupo de humoristas brasileiros criado em março de 2005 por Marcelo Mansfield, Rafinha Bastos, Marcela Leal, Oscar Filho, Márcio Ribeiro e Henrique Pantarotto.

Ele é o primeiro grupo exclusivamente de humor stand-up no país e foi o principal divulgador do gênero, seguido pelo Comédia em Pé, no Rio de Janeiro. Em 2004, Marcelo Mansfield, Rafinha Bastos e Marcela Leal estiveram em cartaz com Mondo Cane, um show que mesclava humor físico e stand-up. Deste show surgiu a idéia de formar um grupo que praticasse exclusivamente o chamado “humor de cara limpa”.

Elenco

Atualmente o Clube da Comédia Stand-up é composto pelos humoristas Marcelo Mansfield, Rafinha Bastos, Marcela Leal, Oscar Filho e Danilo Gentili.

No show, Marcelo Mansfield exerce a função de mestre de cerimônias do espetáculo, subindo ao palco para “aquecer” o público e apresentar os outros membros do elenco que contam suas piadas, com duração aproximada de 12 a 15 minutos.

O comediante se apresenta sempre sozinho, nunca como um personagem de figurino engraçado, num cenário formado apenas pelo microfone e um pedestal. Não usa trilha sonora durante sua apresentação e realiza os efeitos que precisam ser feitos com a sua própria voz. Ele escreve o seu próprio material, sem usar piadas de outros humoristas, de uso popular ou da Internet. O show, no Teatro Procópio Ferreira, tem aproximadamente 60 minutos de duração.

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por Marcos Camargo Jr.

Na noite de 25 de maio de 2010, o jornalista e empresário J.Hawilla foi homenageado com o prêmio Personalidade da Comunicação, no Centro de Convenções Rebouças diante de mais de 300 profissionais de comunicação entre assessores de imprensa, empresários, relações públicas e jornalistas. O evento organizado pela empresa Mega Brasil foi prestigiado pelo prefeito Gilberto Kassab, o governador em exercício Alberto Goldman e do pré-candidato a presidência da República, José Serra. Nereu Leme e Marcos Camargo Jr estiveram presentes na premiação, representando a Casa da Notícia.

O evento foi aberto pela Banda da Polícia do Exército que tocou clássicos de Glenn Miller, Frank Sinatra e Milton Nascimento. Na abertura, a diretora de Relações Institucionais do Grupo Telefônica falou sobre a importância do trabalho de comunicação: “É uma peça-chave para todas as empresas que desejam construir relações de confiança com seus consumidores, e deve ser exercida com total transparência com o uso das muitas ferramentas disponíveis nos dias de hoje como a assessoria de imprensa e as redes sociais”, destacou.

Goldman destacou que a comunicação contribui com o crescimento do país e deve estar arraigada na juventude: “A imprensa comunica ideais de vanguarda, de modernidade, o que traz desenvolvimento ao povo brasileiro”, disse o governador.

O jornalista J.Hawilla foi o grande homenageado da noite. Ao receber o prêmio das mãos do governador Alberto Goldman, Hawilla fez um discurso emocionado onde lembrou os primeiros tempos de repórter de campo e quando começou seu trabalho como empresário da comunicação. Um dos pontos altos foi quando defendeu a liberdade de imprensa, e foi interrompido pelos aplausos do público presente: “Não se pode permitir que um governo, entidades ou militantes tentem barrar a liberdade de imprensa, nos apunhalando pelas costas”, defendeu.

Gilberto Kassab elogiou o trabalho da mídia que classificou como correta, e a atuação exemplar de Hawilla no trabalho como comunicador e empresário. De improviso, o prefeito de São Paulo disse que o empreendedorismo é uma prova de que é possível vencer e se destacar no mercado, com inovação e muito empenho.

J. Hawilla

O jornalista J.Hawilla começou seu trabalho como repórter de campo na década de 1960. Passou por empresas como Globo, Bandeirantes e Record, até que no final dos anos 1970 comprou a Traffic, empresa de marketing esportivo. Observando o potencial desse segmento de mercado, Hawilla profissionalizou a publicidade nas placas dos campos de futebol. Natural de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, comprou a TV Tem, afiliada da Rede Globo que transmite sua programação para 318 cidades no interior paulista. Na década de 1990, fundou a Rede Bom Dia de jornais impressos que circulam no interior e na capital paulista. Suas empresas de comunicação empregam mais de 1.000 funcionários, sendo 200 jornalistas que trabalham na TV Tem, Rede Bom Dia, a produtora de vídeo TV7 e Taffic Marketing Esportivo.

Alberto Goldman entrega a J. Hawilla o prêmio Personalidade da Comunicação

 

Evento da Mega Brasil - Personalidade da Comunicação

Banda da Polícia do Exército no evento Personalidade da Comunicação

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Projeto experimental de rádio, Rodoanel, impactos de uma obra é escolhido como melhor conteúdo da categoria durante o INTERCOM 2010

Por Joice Guimarães

Joice Guimarães apresenta seu projeto Rodoanel, impactos de uma obra

De 13 a 15 de maio de 2010 estive no XV Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sudeste, promovido Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em Vitória (ES).

No Congresso, apresentei o projeto experimental e de conclusão de curso Rodoanel, impactos de uma obra, que foi previamente escolhido pela Universidade Metodista de São Paulo (onde me formei jornalista em 2009) para participar e concorrer ao prêmio de melhor conteúdo na categoria de Radiojornal, da etapa regional da Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação (EXPOCOM).

Disputei o prêmio com outros dois trabalhos de conclusão de curso, expostos pelas Universidades Rio Branco (SP) e Federal de Viçosa (MG). Em uma apuração repleta de ansiedade e nervosismo, o meu trabalho foi reconhecido e premiado como melhor conteúdo da categoria da região sudeste do país.

Em setembro, na cidade de Caxias do Sul (RS) acontecerá o XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação e meu trabalho já está entre os selecionado para participar do Simpósio da Pesquisa Experimental em Comunicação e concorrer ao prêmio de melhor trabalho na mesma categoria, só que agora em âmbito nacional.

Impressões sobre o INTERCOM 2010

Com o tema central de “Comunicação, Cultura e Juventude” o XV Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sudeste promoveu uma discussão enriquecedora sobre a importância do jovem no campo da comunicação.

Segundo informações divulgadas pelo INTERCOM, a população jovem representa hoje 48 milhões de brasileiros. Boa parte dos produtos de comunicação são dedicados à faixa etária 12 a 29 anos, seja na programação da TV, seja pelo repertório de rádio, cinema, internet.

Isso caracteriza o jovem como o maior público dos meios de comunicação no país. Vale ainda ressaltar que os veículos de comunicação têm papel importante na formação desse público, influenciando diretamente padrões de comportamento e atitudes.

Entre as inúmeras palestras e mini-curso promovidos nos três dias de evento, a mais esperada do INTERCOM Sudeste foi, com certeza, a do apresentador e editor-chefe do Globo Esporte SP, Tiago Leifert. O jornalista não é conhecido de todos os capixabas, mas é referência para os estudantes de jornalismo em São Paulo. Ao mudar o padrão e a linguagem do Globo Esporte, ele inovou o telejornalismo esportivo. Além dele, Carlos Tourinho, chefe de reportagem da TV Gazeta, também participou da conversa.

Palestra e mini-curso do apresentador e editor-chefe do Globo Esporte SP, Tiago Leifert, no INTERCOM Sudeste

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Por Vanessa Xavier | @vanessal_xavier

No dia 25 de maio, é comemorado, em todo o País, o Dia da Indústria. A data, homenagem ao industrial Roberto Simonsen, entrou no calendário em 1958, dez anos após o falecimento do empresário, cuja atuação contribuiu para a consolidação da indústria brasileira.

Este ano a indústria brasileira tem boas projeções. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) industrial subiu para 8%, bem acima da previsão de crescimento da economia como um todo que está em 6%. Além disso, a produção industrial deve aumentar 12% neste ano.

Esse cenário positivo estimula investimentos em pesquisa, desenvolvimento de novos produtos, novas tecnologias. Portanto, assim como se faz com o crédito de carbono, a indústria precisa aproveitar o momento para comunicar boas notícias e gerar créditos positivos para sua reputação.

A boa reputação é formada por várias percepções sobre diferentes aspectos da empresa. Se a indústria tem qualidade de produtos, entrega pontualmente, segue normas de segurança, valoriza seu capital humano, é considerada uma empresa confiável (isso é o mínimo). Mas só isso não basta se essa mesma indústria tiver que enfrentar uma crise.

A indústria nos tempos da web 2.0 deve criar um banco de créditos positivos perante a sociedade. Estimular funcionários e sociedade na preservação do meio ambiente, manter ações contínuas de sustentabilidade e programas sociais são algumas atividades fundamentais. Contudo, os créditos só serão depositados se a sociedade souber e perceber positivamente essas ações.

Aí vem a chuva empreendedora, produtiva, que gera pontos, que nós da Casa da Notícia chamamos de “Chuva de Boas Notícias”. O objetivo dessa Chuva de Boas Notícias é contar nossos sucessos, significa falar de bons resultados; novos contratos; investimentos em novas máquinas, novas tecnologias; contratações de novos talentos; projetos socioambientais.

Ou seja, criar um ambiente positivo e autorealimentador ou autosustentável internamente e externamente. Isso significa dizer que a comunicação das novidades, atividades, ações de responsabilidade socioambiental precisam ser planejadas assim como é feito anualmente com o negócio (plano estratégico ou de negócios).

Aproveite o momento positivo da indústria. Ganhe créditos positivos. Planeje sua Chuva de Boas Notícias!

Vanessa Xavier é jornalista, assessora de imprensa e gerente da regional da Casa da Notícia em Mogi das Cruzes – vanessa@casadanoticia.com.br

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por Jussara Lima

Lula e Mahmoud Ahmadinejad no encontro para o acordo nuclear Brasil-Irã. fonte da foto: Diário do Vale.

Quando já se começava a pensar que, em seu último ano de mandato, o presidente Lula não seria capaz de mais nenhum absurdo, eis que surge o Acordo Nuclear Brasil-Irã, anunciado na segunda-feira. No tratado, noticiado por toda a imprensa nacional e internacional, o Irã se compromete a entregar todo o seu estoque de urânio pouco enriquecido à Turquia no prazo máximo de um mês após a aceitação do acordo pela Agência Atômica da ONU (AIEA).

Ao assiná-lo, Lula passa a ser responsável direto pelo cumprimento dessa entrega, resta, no entanto, saber como ele poderá garanti-la. Mais do que isso, ainda que o Irã entregue parte desse metal, como afirmar que o fará em sua totalidade? Lula, conforme já afirmou algumas vezes, não sabe ao certo nem mesmo o que acontece dentro de sua própria casa, debaixo de seus olhos, como poderá garantir que o amigo Mahmoud Ahmadinejad não seguirá enriquecendo urânio em terras iranianas? Que cessará suas experiências nucleares?

Um passo a trás. O acordo, do qual o companheiro Lula tanto se orgulha, traz ainda outra consequência. A simpatia imediata que provocou no presidente norte-americano, Barack Obama, que pode, facilmente, ser mensurada pelo emblemático tratamento de ‘O cara’ sofreu arranhões. Embora os EUA afirmem que não há irritação com o Brasil, conforme publicou a imprensa nos últimos dias, é certo que essa negociação não convenceu o país do Tio Sam.

Lula, ao contrário, segue confiante de seu último feito. Em seu programa semanal de radio afirmou que o acordo foi uma ‘coisa extraordinária. Só não explicou para quem. Alguém arrisca um palpite?

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por Carlos Thompson

Todo time de futebol – do combinado casados x solteiros de final de semana à Seleção Brasileira – precisa de um jogador que marque como um cão de guarda e, se possível, consiga entregar a bola a um dos colegas com qualidade. Esse foi o jogador Dunga. Aplicado, organizado, metódico, um guarda-livros em campo.

Em 1990, a alcunha foi uma catarse contra o grupo que apanhou de Maradona & Cia, na Copa do Mundo da Itália.

Em 2006, uma constelação entrou em campo contra a França: Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo Fenômeno, Robinho, Adriano, Kaká, Roberto Carlos. Jogamos mediocremente, quase de maneira vexatória, e fomos castigados pela derrota
para a França, por 1 x 0, gol de Henry.

Na volta ao Brasil, todos queriam mudanças drásticas. E que os ‘culpados’ fossem expurgados da seleção: principalmente, na opinião pública, Roberto Carlos, Cafu, Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo. E foram: nenhum deles integra o grupo de 23 que compõem titulares e reservas. E só um deles, Ronaldinho Gaúcho, está entre os sete que podem ser chamados, se alguém se machucar ou tiver outro problema grave.

O Brasil assistiu à convocação como se fosse a uma disputa por pênaltis para decidir o campeão do mundo, nesta terça-feira, 11 de maio. Por quê? Torciam para que uma nova geração de grandes jogadores, ainda não testada em disputas internacionais, levasse um pouco de irreverência, dribles e graça a um jogo burocrático e tacanho.

Dunga foi mais Dunga do que nunca, e não os convocou, exceto Paulo Henrique Ganso, um dos sete da lista de espera.

O treinador da seleção é coerente com o seu passado: encheu o meio campo de volantes toscos, marcadores experientes que pouco ou nada ousam.

Recheou a região do campo de onde se espera um lançamento precioso, um drible hábil, uma jogada de calcanhar, com executivos que poderiam jogar com terno e gravata, carregando uma pasta 007.

E confessou que não quer correr o risco de perder.

Em meio a 23, não haveria vaga para dois moleques, no bom sentido? Não, hoje o que importa é vencer. Jogando feio, dando chutões para o lado, ou melhor, ‘cadenciando’ o jogo, como narram os especialistas.

Se vencer, será glorificado, vingado, levado em triunfo a Brasília para o desfile dos poderosos.

O futebol ficará escondido, esperando um Telê Santana redivivo, que ouse jogar bonito, como sempre se jogou no Brasil. De olho no jogo, e não no resultado.

Será uma equipe similar à de 1994, nos Estados Unidos, mas sem Romário.

Deveríamos montar uma seleção do B, com Victor, André Santos, Hernanes, Ronaldinho Gaúcho, Neymar, Ganso, Fred e Diego Tardelli. E disputar a Copa do Mundo do B, com craques que, seguramente, também foram descartados em
seus países porque talvez não façam a barba todos os dias, não digam “sim, professor” em resposta aos gritos dos treinadores, nem falem que o grupo importa mais do que a bola.

Imagino que Garrincha não jogaria em nenhum time, hoje, porque gostava de festas e não seguia a lógica do bom comportamento. Somente jogava muito, mas muito mesmo.

A Era Dunga voltou e, com a conqusita da Copa ou não, lamento profundamente a derrota do nosso melhor futebol.

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